




Segunda-feira quente. Um sol rachando lá fora e eu sentada em frente ao computador. Quando eu lembro de minhas férias em que eu fiquei praticamente todos os dias presa em casa por conta das chuvas, dá vontade de me rasgar inteira. rs! Agora, bem no finzinho resolveu esquentar. Quem pôde curtir o carnaval na praia aproveitou, pois foram intermináveis dias de sol. Agora, é esperar as águas de março para fecharam o verão...
Sempre gostei muito do Carnaval. Quando criança eu curtia os dias de praia com a família. Não guardo lembranças ruins dessa época. Eram brincadeiras, almoços e muita criança para brincar. Mais tarde, já em minha juventude, fui percebendo o que era o Carnaval. Quanta inquietação, quanta briga e desentendimento presenciei em uma época que eu em minha infância considerava como dias de alegria. Homens e mulheres embriagados de "alegria" desfilavam pelas ruas. Fui ficando com medo de sair de casa nessa data. Ainda insisti algumas vezes, mas todo o carnaval era sinônimo de problemas. Era uma fuga do mundo real, das responsabilidades. Muito álcool e pouco equilíbrio. Depois de toda a empolgação dos muitos dias de folia vem a realidade. Os muitos gritos de alegria vão embora, o sorriso perde a força. A volta a vida traz consequências duras. O que mais me choca no Carnaval são as histórias tristes que o acompanham. Tragédias, acidentes de carro, violência exacerbada, e famílias destruídas se sobrepõem a alegria de correr atrás do trio. Uma pena que o Carnaval termine assim, com um vazio absoluto.
Essa sem dúvida foi a notícia mais bizarra da semana... rsssss!!! Eu matava um povo desse, juro que sim....
Olha, tinha me esquecido de comentar o fato... Mas a data sexta-feira 13 é cercada de mistério e supertições. Muitos a consideram como um dia de azar, etc. Bem, eu sempre tive paixão pelo número. Nada de crendice, apenas pelo fato de ter nascido no dia 13. Quando criança, eu me lembro bem de ficar "torçendo" para que meu aniversário caísse em uma sexta-feira. Eu esperava que algo de "anormal" acontecesse e nada...
Olá!!!
Oi gente amiga, dessa caixa querida. Bem, a fofa da Anne do Verdades e Variedades, nos indicou para receber o selo: Olha que blog maneiro.
Acabei de saber pelo meu chefe da existência dessa música gravada pela Maria Rita. Procurei a letra a baixei. A letra é super bacana, e só confirma o buraco que Magé é. rsssss!! A voz da Maria Rita continua linda e contagiante. Vale a pena ouvir o cd.
Uma chuva de aproximadamente dez minutos provocou pânico e destruição ontem no município de Magé, cidade esta onde eu moro. Por volta de 9:40 da noite começou uma ventania forte seguida de muita chuva. Em alguns bairros houve queda de energia. advogado contou também que a forma com que a chuva caiu era diferente de outras tempestades. “O vento forte fazia com que a chuva que caia em cima do carro fizesse um redemoinho. Não dava para sair”.Pela manhã as ruas da cidade estavam sujas. Na Avenida Padre Anchieta, no centro do município, uma árvore foi arrancada e canos arrebentados. No Fórum Cívil, a água chegou a entrar, em uma sala. Em alguns pontos da cidade a energia elétrica ainda não tinha sido restabelecida.
Nossa, tanto tempo não vinha por essas bandas. Isso é imperdoável. Prometo ao menos uma vez ao dia vir aqui bater o ponto. Vamos às novidades...
Continuando com o assunto da querida "Reforma Ortográfica", acabei de saber (ainda não tinha me dado conta...) que vou ter que refazer o banner do blog. Pois lá em cima bem no meio, a palavra "IDEIA" está com um acento de todo tamanho. Vou ter que refazer no Corel. Bem, pelo menos eu não vou gastar nada com isso, só mesmo tempo e cabeça. Já para outras pessoas, a reforma ortográfica vai pesar no bolso.
Ao pensar na palavra "REFORMA", de imediato a palavra "PROBLEMA" vem atrás. Quando alguém planeja uma reforma em uma casa, por exemplo, inúmeros são os pensamentos que atormentam a cabeça. Ideias, sonhos, preocupações, dores de cabeça, um nível alto de stress. Quando a tal reforma cessa, a quebradeira, a poeira e os pedreiros já se foram, fica a satisfação e a alegria de ver a casa nova outra vez. Tudo bonito e acomodado. É um bem-estar sem igual pisar em uma casa nova, ou reformada.
Hoje acordei bem para baixo. Vez ou outra passamos por situações que nos levam a isso. E o mais engraçado é que no mesmo momento que levantei me sentindo mal, me veio aquela música do Titãs a mente como se o inconsciente me erguesse do marasmo. Lá fora está nublado, sem previsão alguma de tempo firme, mas aqui dentro de mim, enquanto houver um sol a brilhar, eu vou levando a vida, caindo e erguendo-me a cada nova queda.
Este post é especial para aqueles que curtem a série da Universal Chanel. Brothers and Sisters têm de tudo. É uma mistura de Drama, Romance e Comédia que tornam a trama uma delícia de ser assistida. Vale a pena, todas as quartas, 23h, no Universal Chanel.
Bom dia povo! Bem, ontem tirei o dia para dar uma volta com o maridão, fomos ao shopping, almoçamos e vimos "Se eu fosse você 2".

Tomo café e saio. A empresa em que trabalho tem funcionado --parcialmente-- desde terça-feira (25). Temos filiais e clientes em todo o país, e a matriz não pode parar. O caminho que faço é sempre o mesmo, já há algum tempo. O caminho não é o mesmo desde o início dessa semana.
As ruas estão sujas. Blumenau não é assim. Em qualquer lugar que se olhe existe uma marca do castigo que foi infligido à cidade. Um muro caiu ali. Aquele barranco não era assim. Aqui tinha uma casa.
No caminho passo por uma ponte do ribeirão da Velha. É possível ver a marca do nível máximo que a água atingiu. Entulho, árvores, lixo, milhões de detritos estão presos nas bordas da ponte. Aqui o ribeirão passou por cima, ao invés de comportar-se por baixo. Ali um galpão caiu. Logo adiante, carros desviam de uma queda de barreira, máquinas tiram as árvores que caíram sobre a rua.
As vezes é preciso chacoalhar a cabeça, dar uns tapas no rosto para focar a mente. Isso não é um sonho. Isso não é um filme. Isso aconteceu, isso está acontecendo agora. Um helicóptero do Exército passa. Sei que é do Exército porque o barulho é diferente. Dezenas de helicópteros têm sobrevoado a cidade, observando a gente consegue identificar: da TV, da polícia, e os do Exército, tão silenciosos como podem ser enquanto helicópteros.
Mais adiante, mais lama. É minha segunda enchente, da outra vez aconteceu em 2001, três dias antes da Oktoberfest, e na véspera da festa a cidade já estava limpa. Agora vai demorar mais. É muita, muita lama o saldo deixado pela cheia. Chega a 40 centímetros, justamente no parque da Oktober.
Pessoas olham com o olhar morto, o olhar das pessoas não é de esperança, de confiança; ao contrário, é quase que de indiferença, uma resignação, uma conformação com o fato de que agora a energia tem que ser empregada não para evoluir, para melhorar, mas simplesmente para que as coisas voltem a ser o que eram. E todos sabem que as coisas jamais voltarão a ser como antes.
Aqui a marca da água está acima das janelas das casas. Aqui preciso desviar de um morro, que veio parar no meio da rua, com árvores, com postes, com tudo. Mais lama. Mais olhares tristes.
Durante o trabalho é possível abstrair em alguns momentos. Mas não muito. Parentes ligam, e-mails chegam dos amigos de outros lugares. Os helicópteros passam. Os caminhões do exército. Os carros cheios de doações indo para algum abrigo. No fundo você sabe que as coisas não estão normais.
Logo alguém avisa: alguma rua caiu, algum caminho recém-aberto está fechado novamente, evitem o trânsito para determinado bairro. A chuva recomeça. Você tem a sensação de que ainda vai demorar para ficar tranqüilo diante da chuva. Agora chuva dá medo.
Na hora de ir embora, começa o filme novamente.
Fonte: Folha On Line
Hoje passei o dia pensando, conversando e falando sobre ética e eis que achei este texto. Um estudo feito por pesquisadores britânicos revelou que quando as pessoas tomam banho elas passam a ver atividades antiéticas como algo mais aceitável e razoável do que antes de entrarem no chuveiro. Os pesquisadores realizaram duas experiências e concluíram que a limpeza do corpo induz a uma atitude mais descontraída em relação à moral. O estudo foi influenciado por trabalhos anteriores, segundo os quais as pessoas tomam decisões mais éticas do que se esperaria quando elas se sentem sujas. O mais legal do texto é a analogia com a história de Jesus, quando Pôncio Pilatos lava as mãos na decisão de crucificar Jesus. Faz sentido!
E você o que acha disso?
Fonte: Opinião e Notícia
Ontem vi uma declaração da Carolina Dieckmann em um site. Não lembro qual agora, mas ela comentava sobre a fama de chata que ela carrega. A atriz se justificou dizendo que não é sempre que ela está feliz e de bom humor. E deu uma declaração que eu adorei...Caixinha nos remete a surpresa, presente, encanto, magia... Nossa vida é uma caixinha, quando nascemos, ela é fechadinha, meia torta, meia bobinha, mas ela vai melhorando com o tempo, vai crescendo e pode virar um lindo presentão...Nela vamos colocando nossas impressões, ideais, sonhos, angústias, coisas boas e ruins... Quando temos tempo de remexê-la, podemos nos desfazer de algumas coisas, para ela não ficar cheia demais e acumular tantas outras que quase não ocupam espaço...
Felicidade ao mesmo tempo que nos enche até transbordar, pode ficar em um cantinho na caixinha e nem ser notada, ao passo que a tristeza, não só incomoda, como pesa e vai deixar essa caixa meia amassada de um lado ou outro...Nossa vida é feita de emoções, idéias boas e ruins, coisas legais e outras nem tanto, mas de tudo se tira uma lição. Essa é nossa caixinha.